Coletivo
Pulsive
E-mail: pulsive.metal@gmail.com
Descrição
Nascida no ano de 2024 em Sobral, a Pulsive conta Zé Wellington nas vozes, Cláudio Roberto e Mateus Elildo nas guitarras e Danilo Costa na bateria, synths e produção. Com experiências distintas em diversas bandas do cenário musical do estado (Sobre o Fim, Honor n’ Glory etc.), a banda aposta na fusão de metal moderno com elementos eletrônicos, influenciada por bandas de post-hardcore como Bring Me The Horizon, Bad Omens e Underoath, somando ainda a tradição de bandas de deathcore melódico como Architects e Killswitch Engage. No Brasil, bandas como Glória, Project 46 e Envydust são as maiores referências.Em 2025, dão início ao lançamento do seu primeiro disco, dividido em três atos, como uma história: “Ato 1”, “Ato 2” e “Ato 3”. Dentro da narrativa do álbum, as letras contam a história de um personagem que convive com os anseios de ter uma banda autoral no cenário independente enquanto lida com questões relacionadas ao envelhecimento, lidando com as contradições de fazer o que se ama enquanto se tenta pagar as contas.
Na faixa 1, “Paralelos”, o protagonista reflete sobre dividir sua banda com pessoas com as quais ele não se identifica mais. A faixa 2, “Incidente incitante”, é a primeira incidental do disco e marca o momento de virada na vida do protagonista. “Avenida do contorno”, nome de uma das ruas de Sobral (cidade natal da banda), é a faixa 3 e discute sobre os sentimentos que o protagonista tem ao fazer música no interior do Ceará. Na faixa 4, “Envelhecer sem ruir”, o protagonista reflete sobre as questões que envolvem a vida adulta e continuar fazendo o que se gosta de fazer. Na faixa 5, “Ponto médio”, temos a segunda
música incidental, com mais um ponto de virada na vida do protagonista. A faixa 6, “Mistério”, fala sobre a dificuldade que o protagonista tem de entender as questões e sonhos de quem vive ao seu lado. Na faixa 7, “Quando você me disse que as coisas estavam ruins”, o protagonista vive um momento de esperança, quando questiona se seus problemas surgem a partir de si mesmo ou do sistema que o oprime. “Clímax”, a faixa 8, é o terceiro incidental e a preparação para a faixa 9, “Aqui”, quando o protagonista pensa se ainda vale a pena subir ao palco.
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